BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Aliados de longa data, o senador Magno Malta (PR) e o deputado federal Sérgio Vidigal (PDT) se estranharam ontem após reunião da Bancada Capixaba na Câmara.

A reunião foi para tratar da necessidade de duplicação da BR 101 no Espírito Santo. Mas os dois divergiram sobre a eleição presidencial de 2018.

Magno não gostou de ter sido acusado de apoiar um radical, no caso o deputado Jair Bolsonaro (PSC-SP) pré- candidato a presidente da República.

O nome do senador foi citado em matérias da imprensa como possível vice de Bolsonaro. Informação plantada pelo próprio gabinete de Malta. O ES não tem densidade eleitoral para indicar candidato a vice presidente.

Malta tenta se promover às custas de Bolsonaro que aparece em segundo lugar na corrida presidencial.

” Se posso ser vice, posso ser candidato a presidente também”, disse. E em seguida saiu em defesa de Bolsonaro.

O senador acusou lideranças do PDT, de Vidigal, de corruptas, citando Carlos Luppi (presidente nacional, e o ex-governador Ciro Gomes (CE) possível candidato a presidente pelo PDT. Magno acabou deixando a sala aborrecido sem se despedir dos colegas.

DEM
Já os deputados Lelo Coimbra (PMDB) e Evair Melo (PV), negaram ontem que estejam se transferindo para o DEM, conforme noticiado pelo jornal Valor. “Não existe isso”, disse Lelo.

Já Evair afirmou que ainda não sabe para onde irá: “Não sei para qual partido irei. Mas onde tiver apoiarei Rose para o governo”, afirmou, se referindo à senadora.