Reunião da Senadora Rose de Freitas (PODE) com o ministro da educação Abraham Weintraub, e os reitores da Ufes e do Ifes.

Editorial do Estadão: “O ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem de ser demitido imediatamente. Sua errática gestão à frente de um dos mais importantes ministérios já seria razão suficiente para sua substituição por quadros mais qualificados, e estes não faltam no país.

Mas há outra razão, muito mais séria, que torna a sua permanência no cargo uma indignidade. Até para os padrões do bolsonarismo – que estabeleceu novo patamar de insalubridade nas redes sociais – o ministro cruzou a linha vermelha.

No feriado da República, Weintraub postou-se a defender a monarquia na rede social. A Constituição não o proíbe de ter a opinião que for sobre as formas de governo. Em se tratando de um ministro de Estado, no entanto, manifestar predileção pela monarquia é, no mínimo, uma conduta inapropriada.

Mas Weintraub foi além. Acometido por algo próximo de um ‘surto antirrepublicano’, o ministro classificou como ‘infâmia’ a proclamação de 15 de Novembro de 1889.

Uma pessoa que acompanha as postagens do ministro no Twitter respondeu que ‘se voltarmos à monarquia, certamente você (o ministro Abraham Weintraub) será nomeado o bobo da corte‘. ‘Uma pena. Eu prefiro cuidar dos estábulos. Ficaria mais perto da égua sarnenta e desdentada da sua mãe’, retrucou o ministro.

Abraham Weintraub achou por bem classificar o marechal Deodoro da Fonseca como um ‘traidor’ da Pátria. Diante de uma estultice dessa natureza, na melhor hipótese, o ministro da Educação está absolutamente desinformado.

Na pior, trata-se de alguém que se move por ressentimento, revanchismo e má-fé.” (Estadão)